quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Eleição do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional de Alagoas - CONSEA
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) é um órgão de assessoramento imediato à Presidência da República, que integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). O Consea é composto por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes governamentais. A presidência é exercida por um(uma) representante da sociedade civil, indicado(a) entre os seus membros e designado(a) pela Presidência da República.
Nós Povos Tradicionais de Matriz Africana, retomamos o nosso acento que nos é de direito no Consea Alagoas, elegendo a Iyalorisá Marcelle de Xangô Agodô , da Associação Beneficente Cultural, Educacional e Religiosa São João Batista - ABESJOBA ALAGOAS.
Biênio:2017/2019.
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Oficinas de Percussão - Na sede do Ilê
Nosso trabalho é VOLUNTÁRIO, pois não contamos com nenhum apoio financeiro do governo e nem da iniciativa privada.
quinta-feira, 27 de março de 2014
INCLUSÃO PRODUTIVA COM SEGURANÇA SANITÁRIA
Em comemoração aos seus 15 anos, a ANVISA_ Agência Nacional de Vigilância Sanitária, realiza diversas atividades comemorativas; sendo que uma delas é a continuidade do Projeto Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária.
A ABESJOBA, recebeu convite para ir à Brasilia, nos dias 26 e 27, a fim de participar de diálogo com o Banco do Brasil e a Petrobrás, acerca de maneiras de financiamento para os micro e pequenos empreendedores.
Iyalorixá Marcelle de Xangô, presidenta da ABESJOBA e líder religiosa do Ilê Axé Xangô Aganju, juntamente com representantes de entidades de todo o Brasil, que desenvolvem projetos em suas cidades e buscam trabalhar à luz das normas da vigilância sanitária, participaram do encontro. Entre os participantes, representações de cooperativas, associações, pequenos produtores, atuadores culturais, empreendedores individuais de Alagoas, Fortaleza, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Goiás, Distrito federal, destacando Richard Gomes, do Atelier Nzazi e Taata Konmannanjy, da ACBANTU, entre outros.
O Diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, abriu o debate desta quinta-feira destacando que “o fundamental no projeto Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária é que o País terá mais pessoas gerando renda e mais pessoas consumindo produtos seguros”. Disse, ainda, que “para a Anvisa o maior ganho é a mudança de postura das Vigilâncias Sanitárias ao entender que é possível proteger à saúde das pessoas fazendo um trabalho que tem um viés socioeconômico”.
O diálogo transcorreu, após apresentação do Banco do Brasil, que apresenta as possibilidades de financiamento e patrocínios que a instituição têm; também através da FBB_ Fundação Banco do Brasil. Destacando que é possível apresentar propostas diretamente nas gerências locais das agências do BB, que serão avaliadas para patrocínio ou financiamento, pelas Superintendências Regionais da empresa. O Diretor de Marketing do Banco do Brasil, Francisco Wander da Silva, aponta que muitas vezes buscamos apoio “longe de casa”, onde não há conhecimento da realidade local, das culturas e vivências; que ao analizarmos o potencial da economia que é vizinha do empreendimento, podemos fundamentalmente, ter apoiadores sólidos, ali mesmo perto de casa, exemplificou afirmando que o patrocínio é a melhor ferramenta para realizar a inclusão produtiva.
A PETROBRÁS, apresenta o seu programa de responsabilidade social, que passa fundamentalmente por um Sistema de Investimentos Socioambientais do Sistema Petrobrás. A empresa tem um plano até 2015, de investimentos e fomentos a inclusão produtiva, através de projetos de preservação ambiental, cultural, social, e que a inclusão produtiva sustentável está como eixo funtamental de cada ação. Sua forma de apoio se dá através dos editais_ Chamadas Públicas, que seguem as orientações da Lei 8.666/93. Destaca a importância para a formalização e organização dos empreeendimentos, sejam estes enquanto empreendedores individuais ou organizações coletivas. O Coordenador de Relacionamento Comunitário da Petrobrás, Alexandre Schuh, informa que a empresa avalia permanente projetos sociais para fomento e apoio, principalmente vinculados ao esporte a cultura e a preservação ambiental; os projetos apoiados, em sua maioria, estão no entorno das unidades regionais da empresa.
A ANVISA, apresentou o Projeto Inclusão Produtiva com segurança Sanitária, que tem como marco legal a Resolução – RDC n 49, de 31 de outubro de 2013. A
Assessora e Articulação e Relações Ititucionais da Anvisa, Rosilene Mendes Santos, apresentou dados de que existem hoje no Brasil 3,5 milhões de micro empreendedores individuais formalizados e 10 milhões de informais que poderiam gerar R$ 600 bilhões ao ano. Outra informação relevante é de que 68%, dos 19,9 mil pequenos produtores rurais da economia solidária, têm dificuldades na comercialização de seus produtos e serviços.
“Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária” é uma estratégia que integra as ações da Anvisa com as macro políticas sociais e econômicas brasileiras, especialmente o Programa Brasil Sem Miséria e o avanço na formalidade do mercado de trabalho. A ideia é adequar às normas de vigilância sanitária à realidade dos empresários de pequenos negócios - simplificar e padronizar procedimentos e requisitos de regularização junto ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. O foco está no microempreendedor individual (MEI), na agricultura familiar, pequeno produtor rural, nas associações e cooperativas (economia solidária).
Os principais objetivos são orientar o pequeno produtor ou emprendedor a produzir e/ou trabalhar de forma correta, dentro das exigências da vigilância sanitária, para evitar riscos à saúde da população; e incentivar a formalização de maneira efetiva, garantindo não só o registro, como condições para que possam crescer.
O evento aconteceu no Museu Nacional Honestino Guimarães, em Brasília, em comemoração aos 15 anos da Agência.
ASSISTA AO VÍDEO:http://youtu.be/IglGW4d2VXM
Fotos: Marcelle de Bulhões e Richard Gomes
domingo, 12 de janeiro de 2014
IMPERDÍVEL
CLUBE DO SARGENTO
GRANDE CONCURSO DE DANÇA
DA ZONA SUL DE MACEIO
SERA ESCOLHIDA A MELHOR COMPANHIA
MODALIDADE FORRÓ E MODALIDADE SWINGUEIRA
VENHA PRESTIGIAR E CURTIR QUEM SERÃO OS MELHORES DANÇARINOS DA NOSSA ZONA SUL
UMA REALIZAÇÃO :WANDOUGLAS SIMAS E EQUIPE
VAMOS LÁ GALERA TORCER JUNTOS
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Aprovada a Lei que proibe evangélicos de venderem o Acarajé como “Bolinhos de Jesus
http://religioesafroentrevistas.wordpress.com/2012/04/01/aprovada-a-lei-que-prioibe-evangelicos-de-venderem-o-acaraje-como-bolinhos-de-jesus/
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
FESTA DO INHAME
MITOLOGIA DE OXAGUIAN
Oxalá, rei de Ejigbô, vivia em guerra.
Ele tinha muitos nomes, uns o chamavam de Elemoxó,
outros de Ajagunã, ou ainda Aquinjolê, filho de Oguiriniã.
Gostava de guerrear e comer.
Gostava muito de uma mesa farta.
Comia caracóis, canjica, pombos brancos, mas gostava mais
de inhame amassado.
Jamais se sentava estavam sempre atrasados, pois eram
muito demorado preparar o inhame.
Elejigbô, o rei do Ejigbô, estava assim sempre faminto,
sempre castigando as cozinheiras, sempre chegando tarde para fazer a guerra.
Oxalá então consultou os babalaôs, fez suas oferendas
a Exu e trouxe para a humanidade uma nova invenção.
O rei de Ejigbô inventou o pilão e com o pilão ficou mais
fácil preparar o inhame e Elejigbô pode ser fartar e fazer todas as suas guerras.
Tão famoso ficou o rei por seu apetite pelo inhame que todos
agora o chamam de “Orixá Comedor de Inhame Pilado”,
o mesmo que Oxaguian na língua do lugar.
FESTA DO INHAME ACONTECEU NO ILÊ AXÉ XANGÔ AGANJU em 14/12/2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
…e os filhos festejaram sua mãe…
Iemanjá vivia sozinha no Orum.
Ali ela vivia, ali dormia, ali se alimentava.
Um dia Olodumare decidiu que Iemanjá
precisava ter uma família,
ter com quem comer, conversar, brincar, viver.
Então o estômago de Iemanjá cresceu e cresceu
e dele nasceram todas as estrelas.
Mas as estrelas foram se fixar na distante abóboda celeste.
Iemanjá continuava solitária.
Então de sua barriga crescida nasceram as nuvens.
Mas as nuvens perambulavam pelo céu
até se precepitarem em chuva sobre a terra.
Iemanjá continuava solitária.
De seu estômago nasceram então os orixás,
nasceram Xangô, Oiá, Ogum, Ossaim, Obaluaê e os Ibejis.
Eles fizeram companhia a Iemanjá.
Os filhos fizeram festa à mãe.
Ilê Axé Xangô Aganjú festeja a Rainha do Mar.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
PORQUE LAVAR AS MÃOS SALVAM VIDAS!
Em homenagem ao Dia Nacional da Umbanda, institucionalizado pelo Decreto Lei 12.644, de 16 de maio de 2012, o ILÊ AXÉ XANGÔ AGANJU, realizou encontro de acolhimento da comunidade e o Sistema Público de Saúde_ SUS.
As mãos têm grande importância para os rituais da Matriz Africana. É através das mãos que se transmite o axé, se massera as ervas,
a Mãe de Santo_ aquela que cuida do ori-axé_ fazem isso pondo a mão na cabeça dos seus filhos sagrados. As mãos são importantes,
também, na vida do homem: elas são usadas para lavar o rosto, pegar os instrumentos de trabalho na roça, levar a comida à boca, acariciar
as crianças, escrever, coçar, acenar.
Na mitologia africana não há conceito para “o bem e o mal”, tudo o que fazemos tem consequências, e por essas consequências somos responsáveis. Se praticamos saúde, teremos saúde como resultado; se praticamos doença, doença teremos como resultado.
Podemos afirmar que nossas mãos transmitem tanto o bem quanto o mal.
Quando alimentamos o cachorrinho de estimação, pondo um biscoito em sua boca, e logo depois acariciamos a pessoa amada que está conosco, ou levamos a mão a nossa boca, isso é bom ou mau? A mão precisa ser limpada, lavada com bastante água e sabão, pois nesse simples movimento poderá estar infectando nosso corpo ou de outra pessoa com milhões de bactérias nocivas.
A comunidade do Village Campestre II, compareceu e participou atentamente das orientações da Unidade da Saúde da Família (USF), do Sistema Único de Saúde, cuja gestão é de responsabilidade do Município de Maceió, através da Secretaria Municipal da Saúde.
E o povo vai se aprochegando, se ajeitando no salão do terreiro de Xangô…
As orientações passam pela conversação, a oralidade e o fazer prático para memorizar o que foi ensinado ou orientado.
O Sistema Único de Saúde_ SUS, tem como princípios a UNIVERSALIDADE, ou seja é para todos, independente de credo, cor, etnia, gênero, cultura; a INTEGRALIDADE, ou seja, faz a saúde toda, do começo ao fim. Para isso tem que compreender aonde está e quem é o seu usuário, sua cultura, religião, etnia, cor, se é homem ou mulher, criança ou adulto ou mais velho, qual a sua orientação sexual, por que não somos todos iguais; e a EQUIDADE, ou seja, o sistema público de saúde, tendo claro que somos diferentes, busca a realizar um serviço que atenda as necessidades de todos (os diferentes) da mesma forma, buscando a harmonização, o equilíbrio. Por isso o tratamento diferenciado para homens e mulheres, crianças – idosos e adultos, homossexuais e heteros, negros, índios, ciganos, pessoas com deficiência, mulheres grávidas e mulheres jovens. TUDO faz parte do Sistema e ele tem que olhar sempre para todos, e todos_ através da participação social e ‘'do controle social, devem permanentemente olhar para o sistema.
Sabendo que se não lavarmos as mãos podemos transmitir doenças para nosso corpo e também para outras pessoas, entendemos que a PREVENÇÃO é o melhor remédio.
Lavar as mãos é um hábito que vamos praticar todos os dias, no entanto, para que o corpo fique saudável, sem veminoses, a equipe da Unidade de Saúde Familiar_ USF, ministrou a distribuição de anti-helmíticos, que são remédios que combatem os vermes, gerados por bactérias que entram em nosso corpo, principalmente, PELAS MÃOS mal-lavadas.
“A Família do Ilê Axé Xangô Aganju acolhe o SUS, e estabelece parceria com o poder Público”, diz Marcelle de Xangô, Iyalorixá do Terreiro.
Fotos de Marcelle Bulhões e Isis Lessa















