http://religioesafroentrevistas.wordpress.com/2012/04/01/aprovada-a-lei-que-prioibe-evangelicos-de-venderem-o-acaraje-como-bolinhos-de-jesus/
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
FESTA DO INHAME
MITOLOGIA DE OXAGUIAN
Oxalá, rei de Ejigbô, vivia em guerra.
Ele tinha muitos nomes, uns o chamavam de Elemoxó,
outros de Ajagunã, ou ainda Aquinjolê, filho de Oguiriniã.
Gostava de guerrear e comer.
Gostava muito de uma mesa farta.
Comia caracóis, canjica, pombos brancos, mas gostava mais
de inhame amassado.
Jamais se sentava estavam sempre atrasados, pois eram
muito demorado preparar o inhame.
Elejigbô, o rei do Ejigbô, estava assim sempre faminto,
sempre castigando as cozinheiras, sempre chegando tarde para fazer a guerra.
Oxalá então consultou os babalaôs, fez suas oferendas
a Exu e trouxe para a humanidade uma nova invenção.
O rei de Ejigbô inventou o pilão e com o pilão ficou mais
fácil preparar o inhame e Elejigbô pode ser fartar e fazer todas as suas guerras.
Tão famoso ficou o rei por seu apetite pelo inhame que todos
agora o chamam de “Orixá Comedor de Inhame Pilado”,
o mesmo que Oxaguian na língua do lugar.
FESTA DO INHAME ACONTECEU NO ILÊ AXÉ XANGÔ AGANJU em 14/12/2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
…e os filhos festejaram sua mãe…
Iemanjá vivia sozinha no Orum.
Ali ela vivia, ali dormia, ali se alimentava.
Um dia Olodumare decidiu que Iemanjá
precisava ter uma família,
ter com quem comer, conversar, brincar, viver.
Então o estômago de Iemanjá cresceu e cresceu
e dele nasceram todas as estrelas.
Mas as estrelas foram se fixar na distante abóboda celeste.
Iemanjá continuava solitária.
Então de sua barriga crescida nasceram as nuvens.
Mas as nuvens perambulavam pelo céu
até se precepitarem em chuva sobre a terra.
Iemanjá continuava solitária.
De seu estômago nasceram então os orixás,
nasceram Xangô, Oiá, Ogum, Ossaim, Obaluaê e os Ibejis.
Eles fizeram companhia a Iemanjá.
Os filhos fizeram festa à mãe.
Ilê Axé Xangô Aganjú festeja a Rainha do Mar.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
PORQUE LAVAR AS MÃOS SALVAM VIDAS!
Em homenagem ao Dia Nacional da Umbanda, institucionalizado pelo Decreto Lei 12.644, de 16 de maio de 2012, o ILÊ AXÉ XANGÔ AGANJU, realizou encontro de acolhimento da comunidade e o Sistema Público de Saúde_ SUS.
As mãos têm grande importância para os rituais da Matriz Africana. É através das mãos que se transmite o axé, se massera as ervas,
a Mãe de Santo_ aquela que cuida do ori-axé_ fazem isso pondo a mão na cabeça dos seus filhos sagrados. As mãos são importantes,
também, na vida do homem: elas são usadas para lavar o rosto, pegar os instrumentos de trabalho na roça, levar a comida à boca, acariciar
as crianças, escrever, coçar, acenar.
Na mitologia africana não há conceito para “o bem e o mal”, tudo o que fazemos tem consequências, e por essas consequências somos responsáveis. Se praticamos saúde, teremos saúde como resultado; se praticamos doença, doença teremos como resultado.
Podemos afirmar que nossas mãos transmitem tanto o bem quanto o mal.
Quando alimentamos o cachorrinho de estimação, pondo um biscoito em sua boca, e logo depois acariciamos a pessoa amada que está conosco, ou levamos a mão a nossa boca, isso é bom ou mau? A mão precisa ser limpada, lavada com bastante água e sabão, pois nesse simples movimento poderá estar infectando nosso corpo ou de outra pessoa com milhões de bactérias nocivas.
A comunidade do Village Campestre II, compareceu e participou atentamente das orientações da Unidade da Saúde da Família (USF), do Sistema Único de Saúde, cuja gestão é de responsabilidade do Município de Maceió, através da Secretaria Municipal da Saúde.
E o povo vai se aprochegando, se ajeitando no salão do terreiro de Xangô…
As orientações passam pela conversação, a oralidade e o fazer prático para memorizar o que foi ensinado ou orientado.
O Sistema Único de Saúde_ SUS, tem como princípios a UNIVERSALIDADE, ou seja é para todos, independente de credo, cor, etnia, gênero, cultura; a INTEGRALIDADE, ou seja, faz a saúde toda, do começo ao fim. Para isso tem que compreender aonde está e quem é o seu usuário, sua cultura, religião, etnia, cor, se é homem ou mulher, criança ou adulto ou mais velho, qual a sua orientação sexual, por que não somos todos iguais; e a EQUIDADE, ou seja, o sistema público de saúde, tendo claro que somos diferentes, busca a realizar um serviço que atenda as necessidades de todos (os diferentes) da mesma forma, buscando a harmonização, o equilíbrio. Por isso o tratamento diferenciado para homens e mulheres, crianças – idosos e adultos, homossexuais e heteros, negros, índios, ciganos, pessoas com deficiência, mulheres grávidas e mulheres jovens. TUDO faz parte do Sistema e ele tem que olhar sempre para todos, e todos_ através da participação social e ‘'do controle social, devem permanentemente olhar para o sistema.
Sabendo que se não lavarmos as mãos podemos transmitir doenças para nosso corpo e também para outras pessoas, entendemos que a PREVENÇÃO é o melhor remédio.
Lavar as mãos é um hábito que vamos praticar todos os dias, no entanto, para que o corpo fique saudável, sem veminoses, a equipe da Unidade de Saúde Familiar_ USF, ministrou a distribuição de anti-helmíticos, que são remédios que combatem os vermes, gerados por bactérias que entram em nosso corpo, principalmente, PELAS MÃOS mal-lavadas.
“A Família do Ilê Axé Xangô Aganju acolhe o SUS, e estabelece parceria com o poder Público”, diz Marcelle de Xangô, Iyalorixá do Terreiro.
Fotos de Marcelle Bulhões e Isis Lessa
segunda-feira, 10 de junho de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
II ENCONTRO DE MULHERES DE TERREIRO DO NORDESTE E III ENCONTRO DE MULHERES DE TERREIRO DA PARAÍBA
Foi relatado alguns casos de violência as casas de Axé e encaminhada para o Ministério Público da Paraíba.
Com as presenças de Iya Marcelle de Xango ( Alagoas), Doné Renilda de Oxóssi , Mãe Mércia de Oxum ( In memorian), Mãe Gisélia de Oya, Mãe Dorioman,Mãe Izabel Barrozo Mãe Graça de Yemonja, Iyakekere Ana de Oxum, Mãe Chaguinha, Mãe Jurema preta, Ekedjis Laura Berquo, Ekedji Ronacélia, Ekedji Tãnia Maria de Oya, Ekedji Goreti Yalode e IyaDagã Dulce todas da Paraíba. Mãe Lúcia de Oya, Mãe Fernanda de Osun, Iyabasse Regina Barone e Ekedji Marcia de Nanã.









